Reequilíbrio do frete: tempos de viagem honestos e combustível cobrado com justiça
As viagens rodoviárias levam um tempo realista, então o avião passa a ganhar nas longas distâncias; os envios aéreos e marítimos pagam só a parte do combustível do veículo que lhes cabe; a espera média por consolidação caiu pela metade; e as cotações não propõem mais voos simbólicos que atravessam o continente de caminhão do mesmo jeito.
A economia do transporte passou por uma revisão dura:
- Os tempos de viagem fazem sentido agora. Os caminhões não atravessam mais o continente em minutos — as viagens rodoviárias longas levam horas de tempo de jogo, então o frete aéreo realmente ganha nas longas distâncias, enquanto os trechos regionais continuam rápidos. - Você paga a sua parte do combustível, não a do avião inteiro. As cotações aéreas e marítimas cobram combustível pela fração do porão que a sua carga ocupa (com um mínimo pequeno), do mesmo jeito que as vans rodoviárias sempre dividiram as suas viagens. Envios pequenos por via aérea ficaram bem mais baratos. - Esperas menores. Uma remessa entra em uma janela de partida já em andamento, então as cotações passam a precificar a espera média de meia janela em vez do pior caso. - Chega de rotas sem sentido. Uma cotação cujo "voo" mal encurta a distância rodoviária é descartada — o trecho aéreo precisa de fato substituir a estrada para ser oferecido.